Em Ribeirão Preto (SP), pesquisadores realizam um estudo para uso de células tronco no tratamento da retinose pigmentar, doença genética que causa degeneração da retina e perda gradual da visão. O objetivo é aplicar uma injeção de células tronco na cavidade vítrea do globo ocular, região que fica sobre a retina. Assim, as células tronco liberariam substâncias capazes de estimular o funcionamento da retina e, consequentemente, a recuperação da visão. Cinco pacientes já estão recebendo as injeções. O acompanhamento ocorrerá todos os meses, durante um ano, e depois uma série de testes irá comprovar a eficiência do tratamento.
Já em Minas Gerais, pesquisadores da Universidade Federal de Itajubá estão desenvolvendo um microchip capaz de medir o nível de glicose no sangue de pessoas com diabete tipo 2. Estima-se que hoje existam 12 milhões de pessoas com a doença sendo que, além de aplicações diárias de insulina, elas necessitam medir constantemente o nível de glicose no sangue a fim de evitar problemas causados pela hiperglicemia. Assim, o microchip transmite as informações para um aparelho externo, colocado sobre a pele do paciente, indicando o nível da glicose e evita os incômodos ‘furinhos’ que eles necessitam fazer, mais de uma vez ao dia, para realizar a medição.
Exemplos que comprovam o quanto a pesquisa científica pode sim estar aliada a manutenção da qualidade de vida dos cidadãos.
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